Intimo demais para caber aqui*
Conversei com uma(s) amiga(s) sobre a insegurança de postar minhas sentimentalidades. Aqui, acolá, qualquer parte.
Se escrever uma cartinha de amor é um desafio pra caneta no papel, uma vez que o vício do dedo no teclado é instaurado, imagine rasgar o peito e o verbo no faroeste virtual.
O receio é do que esperar de volta - o que exatamente imagino que vá acontecer?
Há algum tempo fiz um texto breve, porém honesto, sobre uma conclusão que tinha me abatido. Ela era bastante simples: não era falta de amor, mas de reciprocidade. Essa ideia bate como uma porta e o movimento que acompanha esse tipo de coisa não tem mais volta.
No tempo, li para uma delas. Elogiou (?) com admiração a intensidade escorpiana, o que é bem raro, diga-se de passagem. Depois de ler e reler sem encontrar uma virgula sobre a qual me arrepender, li pro meu terapeuta. Mais lágrimas, óbvio.
Não sei se na ocasião cheguei a ler pro meu namorado, mas lembro bem do destino daquele papel: a lixeira.
Tenho por hábito jogar fora as coisas como uma faxina mental, o que, a exemplo desse caso, é pura vassourinha empurrando tudo para debaixo do tapete.
Agora a vergonha insegura já foi superada, vamos a obra!
*leio automaticamente com a voz da Cameron Diaz cantando 'too big to fit in here' em Tudo para ficar com ele.
Se escrever uma cartinha de amor é um desafio pra caneta no papel, uma vez que o vício do dedo no teclado é instaurado, imagine rasgar o peito e o verbo no faroeste virtual.
O receio é do que esperar de volta - o que exatamente imagino que vá acontecer?
Há algum tempo fiz um texto breve, porém honesto, sobre uma conclusão que tinha me abatido. Ela era bastante simples: não era falta de amor, mas de reciprocidade. Essa ideia bate como uma porta e o movimento que acompanha esse tipo de coisa não tem mais volta.
No tempo, li para uma delas. Elogiou (?) com admiração a intensidade escorpiana, o que é bem raro, diga-se de passagem. Depois de ler e reler sem encontrar uma virgula sobre a qual me arrepender, li pro meu terapeuta. Mais lágrimas, óbvio.
Não sei se na ocasião cheguei a ler pro meu namorado, mas lembro bem do destino daquele papel: a lixeira.
Tenho por hábito jogar fora as coisas como uma faxina mental, o que, a exemplo desse caso, é pura vassourinha empurrando tudo para debaixo do tapete.
Agora a vergonha insegura já foi superada, vamos a obra!
*leio automaticamente com a voz da Cameron Diaz cantando 'too big to fit in here' em Tudo para ficar com ele.
Comentários
Postar um comentário