Saudade de quem você não era
Nessa semana eu tô sentindo sua falta
Falta nas coisas que você não soube porque não estava mais lá
Mas que inevitavelmente eu ainda pense em vários momentos
O quanto riria delas comigo
Senti a sua falta e do tempo
Falta nas coisas que você não soube porque não estava mais lá
Mas que inevitavelmente eu ainda pense em vários momentos
O quanto riria delas comigo
Senti a sua falta e do tempo
Em que a mais simples falta
Se remediava com a forma que a gente se conhecia
Ou que pensava conhecer
Senti falta da sua generosidade
Porque já me desfiz em saber o quão pretensiosa ela era no fundo
Senti saudade da importância que você dava para as coisas que te tocavam
Mesmo que a vulgaridade do raso fosse um velho traço da personalidade
Senti falta do que fazia sentido
E do que o que não fazia, a gente procurava fazer
Mesmo sem sucesso, éramos um par completo, não uma aventura qualquer
Você vai insistir que não há substituição
Que um novo relacionamento é algo novo
Mas não é
As projeções
Os começos cagados
As mentiras contadas
São sempre as mesmas histórias
Então por que se enganar que existe algo diferente quando só há repetições?
Saudade de te fazer se ouvir mesmo que o contrário fosse bem mais raro
Afinal de contas, me bastava te levar pra algum lugar dentro de si
E você, que sempre queria sair a qualquer momento,
Buscava mil formas de burlar esse caminho
Senti falta de te ver como um humano
Feito de carne, osso, defeito, como todo mundo
E não como um fantasma
Que de uma hora para outra me assombra
No cerco suicida que armou sem a menor preocupação pra nossa história
Hoje você reescreve uma nova farsa
Porque os personagens
Mesmo os mais importantes
pouco te importa
São enganados como todos os anteriores
E quando se cansa de ser lembrado de quem você é
Simplesmente os descarta
Saudade de quando eu podia te dizer o que eu sentia
Mesmo que não desse muita bola pra isso
Só por não ser exatamente o que queria ouvir
Ali, eu já devia ter me acendido pra estranha sombra das suas ações.
Saudade de pensar que você existia
Mesmo que não por muito tempo
Porque logo se mudava dali
Fugia para lugar nenhum
O reino dos desconectados de qualquer interesse que não seja a si mesmo
Porque você me ensinou mil significados para egoísmo
Antes que me pergunte
Afinal de contas o que é que eu posso ter amado
Te diria que amei profundamente cada pedaço de seu fingimento
Cada milésimo de segundo em que eu seria capaz de dividir o universo em dois pelo seu bem
Cada parte de mim em que você fizesse parte
Cada dia que eu tive a plena certeza de que o amor estava no lugar certo
Mas agora eu sei
Eu só me enganava
E eu não posso mais jogar confete para seu ego maldito
Sinto saudade do personagem que existiu no meu imaginário
Ainda bem que ele não existe mais
Dá menos trabalho para esquecer.
Se remediava com a forma que a gente se conhecia
Ou que pensava conhecer
Senti falta da sua generosidade
Porque já me desfiz em saber o quão pretensiosa ela era no fundo
Senti saudade da importância que você dava para as coisas que te tocavam
Mesmo que a vulgaridade do raso fosse um velho traço da personalidade
Senti falta do que fazia sentido
E do que o que não fazia, a gente procurava fazer
Mesmo sem sucesso, éramos um par completo, não uma aventura qualquer
Você vai insistir que não há substituição
Que um novo relacionamento é algo novo
Mas não é
As projeções
Os começos cagados
As mentiras contadas
São sempre as mesmas histórias
Então por que se enganar que existe algo diferente quando só há repetições?
Saudade de te fazer se ouvir mesmo que o contrário fosse bem mais raro
Afinal de contas, me bastava te levar pra algum lugar dentro de si
E você, que sempre queria sair a qualquer momento,
Buscava mil formas de burlar esse caminho
Senti falta de te ver como um humano
Feito de carne, osso, defeito, como todo mundo
E não como um fantasma
Que de uma hora para outra me assombra
No cerco suicida que armou sem a menor preocupação pra nossa história
Hoje você reescreve uma nova farsa
Porque os personagens
Mesmo os mais importantes
pouco te importa
São enganados como todos os anteriores
E quando se cansa de ser lembrado de quem você é
Simplesmente os descarta
Saudade de quando eu podia te dizer o que eu sentia
Mesmo que não desse muita bola pra isso
Só por não ser exatamente o que queria ouvir
Ali, eu já devia ter me acendido pra estranha sombra das suas ações.
Saudade de pensar que você existia
Mesmo que não por muito tempo
Porque logo se mudava dali
Fugia para lugar nenhum
O reino dos desconectados de qualquer interesse que não seja a si mesmo
Porque você me ensinou mil significados para egoísmo
Antes que me pergunte
Afinal de contas o que é que eu posso ter amado
Te diria que amei profundamente cada pedaço de seu fingimento
Cada milésimo de segundo em que eu seria capaz de dividir o universo em dois pelo seu bem
Cada parte de mim em que você fizesse parte
Cada dia que eu tive a plena certeza de que o amor estava no lugar certo
Mas agora eu sei
Eu só me enganava
E eu não posso mais jogar confete para seu ego maldito
Sinto saudade do personagem que existiu no meu imaginário
Ainda bem que ele não existe mais
Dá menos trabalho para esquecer.
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Ps. Você não leria isso se o resto do mundo não pudesse ler também.
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